
Revista Fantástico (2006/2008)
O CASO – A demanda: ao constatar que seus telespectadores viam com bons olhos a extensão da marca Fantástico a outras plataformas, e que uma revista era o formato mais sugerido, a direção do programa decidiu investir no território impresso. O desafio: como verter, para o papel, o espírito de uma das atrações mais tradicionais e bem-sucedidas da história da televisão brasileira, líder histórica de audiência?
A resposta: trazendo, para as páginas da revista a mesma amplitude temática e o mix balanceado de entretenimento e jornalismo que sempre foram os principais atributos da matriz eletrônica. Mais que replicar os conteúdos da TV no papel, a revista Fantástico os estendeu. O título, fruto da estreita colaboração entre as redações do programa e da revista, encantou os leitores com um cardápio que mesclava reportagens especiais e colunas assinadas por grandes nomes do jornalismo com informações surpreendentes sobre os bastidores do programa.
Sua criação teve como premissa o conceito de Planeta Fantástico, que procurava integrar o tráfego dos conteúdos produzidos pela marca nas diferentes plataformas. Sob essa ótica, programa, site e revista passaram a fazer remissões sistemáticas uns aos outros, permitindo assim que esse conteúdo e a própria marca girassem por diversas plataformas (TV, revista, Internet, telefonia celular) de modo integrado.